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Intraempreendedoríssimo - 4 passos para alcançar inovação, produtividade e engajamento.

Quatro profissionais sorrindo com o titulo vencendo as barreiras do intraempreendedoríssimo

O intraempreendedoríssimo é uma prática que pode trazer grandes benefícios para as empresas, como inovação, aumento da produtividade e satisfação dos colaboradores. No entanto, para que ele seja bem-sucedido, é preciso vencer algumas barreiras.

Você já deve ter ouvido a expectativa de muitos empregadores de terem funcionários trabalhando como se fossem donos da empresa, não é?

Algo como:- “Eu gostaria que meu funcionário se sentisse como se ele fosse dono da empresa”.

O que eu não ouço muito, é o outro lado da moeda. Algo como: - “Eu gostaria de ter meus funcionários como sócios da empresa” então essa questão bastante comum, não é?

Ou seja, um dos lados tem uma expectativa, mas, ao mesmo tempo não existe a atitude que permitiria a sua realização.

Pelo contrário, existe um comportamento de desconfiança e preconceito mútuo de quem comanda e de quem é comandado. Uma relação exploratória de ambas as partes, em muitos casos, é como se tivesse se estabelecido uma relação cansada de “Perde – perde”.

Mas existe uma intersecção positiva possível na valorização do intraempreendedoríssimo. Um espaço onde as iniciativas dos colaboradores podem trazer melhorias significativas e a empresa permite o espaço para realização pessoal.

Para que esse espaço exista algumas barreiras devem ser vencidas:

Barreira 1 - Desconfiança mútua

A desconfiança mútua entre empregadores e empregados é uma das principais barreiras para o intraempreendedoríssimo. Isso ocorre porque os dois lados acreditam que o outro não está interessado em seu sucesso

Assim como numa má negociação que visa somente o curto prazo, existe um jogo perde-perde de desconfiança estabelecido; fruto de ganância mútua e falta de transparência, onde empregador não confia em empregado e vice-versa.

Do lado empregador, parte vem da supervalorização de altos cargos de gestão e indivíduos em detrimento da dita mão-de-obra e dos times.    

Dúvida?

a)   Pense em que os cortes de pessoal são normalmente feitos considerando cabeças e seus custos, e não na relação retorno por custo da pessoa.

b)   Avalie que não é nada incomuns investimentos com foco mais em diminuir o número de pessoas do que propriamente em aumentar os resultados.

c)    Considere a discrepância de reconhecimento gigantesca dentro das empresas. Onde muita gente que ganha menos do que necessita para viver no mês cruzando no corredor com gente que ganha no mês mais do que necessita para viver um ano inteiro. Ou, não é assim?

Esta armadilha comportamental que as empresas caíram (ou criaram) a partir dos anos 80, depende de mudanças, mais simples para empresas menores e extremamente complexo para corporações, mas que podem ser implantados por processos de mudança cultural com aumento da transparência e maior foco nas equipes e menor nos indivíduos.    

Do lado dos empregados, falsas expectativas de reconhecimento e/ou aversão ao comprometimento.

Vejamos:

a)   A prevalência de comportamento condicionado de instrução – tarefa, oriundo da base cultural, as escolas e famílias criam realizadores de tarefas, com expectativas ingênuas, para o ambiente corporativo, de notas e feedback recorrentes num modelo de reconhecimento e recompensas automático, relativamente justo e estruturado, como ocorreu durante toda a fase escolar. Com o tempo os feedbacks fora do formato e da periodicidade esperados transparecem em frustação, raiva e desconexão progressiva com o ambiente de trabalho   

b)   Outra parte vem da ausência de autoconhecimento e ou submissão às circunstâncias, pessoas que estão numa dada atividade ou função sem clareza do que querem ou sem esperanças. Nessa condição a relação e o compromisso com o trabalho se tornam mecânicas.

A mudança aqui está nos indivíduos e, portanto, depende de que estes queiram ou estejam abertos a se autoconhecerem mais e permitirem dar vazão aos impulsos de realização. Mentorias e cursos como a Árvore da Realização ajudarão nesses casos.

Uma empresa também pode promover uma cultura de confiança e transparência por meio de iniciativas como:

·         Realizar treinamentos sobre colaboração e comunicação

·         Criar canais de feedback abertos e transparentes

·         Promover a diversidade e a inclusão no local de trabalho

   

Barreira 2 - Aversão ao risco

A aversão ao risco é outra barreira comum para o intraempreendedoríssimo. Isso ocorre porque as empresas muitas vezes estão mais preocupadas com o fracasso de que com o sucesso.

Qual empreendedor te dirá que não existe empreendimento sem risco, eles são avaliados, mitigados e monitorados, mas nunca extintos.

Quando vamos para o ambiente das empresas a máxima acima permanece verdadeira, assim um ambiente que permita o intraempreendedoríssimo terá como premissa aceitar o risco, não de forma cega ou ilimitada, mas com o entendimento de sua   

Ocorre que muitas empresas sob a pressão eterna por resultados trimestrais sempre maiores e controle pleno, terminam por oferecerem um ambiente inibidor de ações cujo resultado nem sempre seja positivo.

A solução para isso normalmente está em permitir de forma controlada um ambiente onde resultados aversos ao esperado sejam aceitos e em certa medida estimulados como parte do processo de aprendizagem.

Normalmente isso pode ser feito de forma segmentada seja em tempo ou recursos, de forma que se evite somente resultados catastróficos ou impossíveis de serem corrigidos.

Uma empresa também pode superar a aversão ao risco por meio de iniciativas como:

·         Criar uma cultura de aprendizagem com erros

·         Oferecer suporte e orientação aos colaboradores que estão embarcando em projetos inovadores

·         Criar um processo de avaliação de risco claro e transparente

Barreira 3 – Ausência de espaço, tempo e recursos

A ausência de espaço, tempo e recursos é uma barreira que pode ser difícil de superar. Isso ocorre porque as empresas muitas vezes estão focadas em tarefas operacionais e não têm ou colocam tempo e recursos para dedicar às iniciativas de intraempreendedoríssimo.

Quando olhamos os orçamentos e relatórios das empresas, não é anormal que cada centavo, cada colaborador e cada m² tenha destinação planejada para os 12 meses do ano e pressões recorrentes para que eles sejam reduzidos, o que deixa o pessoal do financeiro muito feliz e os conselheiros tranquilos, mas o elefante na sala e explicar como esperar que algo novo surja em tal ambiente.

O fato comprovado por aqueles que mexem com inovação é que um grau de folga é necessário para o novo surja. Apesar das empresas avidas por controle, mas consciente, a criarem áreas ou times de inovação e algumas estratégias.

o fato é que as inovações são necessárias para a competitividade das empresas.

Portanto aqui a questão é quanto vale a inovação para uma dada empresa ou área e em qual grau ela espera alcançar isso.

Uma empresa também pode superar essa barreira por meio de iniciativas como:

·         Criar um orçamento específico para atividades de intraempreendedoríssimo

·         Alocar tempo dedicado para que os colaboradores possam trabalhar em projetos inovadores

·         Oferecer treinamento e desenvolvimento para que os colaboradores tenham as habilidades necessárias para implementar suas ideias       

Barreira 4 – Incompreensão do valor do intraempreendedoríssimo.

A incompreensão do valor do intraempreendedoríssimo é a última barreira, mas talvez a mais importante. Isso ocorre porque, se os empregadores não entenderem os benefícios, eles não estarão motivados a superar as outras barreiras.

Esta é a última e com certeza a maior barreira, a pergunta maior os benefícios de ter tal ambiente são claros?

Isso porque o intraempreendedoríssimo vive de crenças e esperanças num resultado futuro, quando só o curto prazo e o controle importam na empresa, então as chances dele são quase nulas, e eventualmente ocorrerá por um esforço individual heroico.

As principais perguntas são:

- Inovação interna e não só dos produtos e serviços fornecidos é importante?

- Espaço para que a motivação por realização das pessoas permita que elas realmente se engajem, é importante?

- Aprender com erros é valorizado?

Se a empresa não tem dúvidas sobre as respostas para as 3 perguntas serem sim, então existe um espaço claro para que o intraempreendedoríssimo seja colocado como um dos valores da empresa.

Uma empresa também pode superar essa barreira por meio de iniciativas como:

·         Compartilhar histórias de sucesso de intraempreendedoríssimo

·         Realizar pesquisas sobre os benefícios do intraempreendedoríssimo

·         Fornecer treinamento sobre os conceitos de intraempreendedoríssimo

O intraempreendedoríssimo é uma prática que pode trazer grandes benefícios para as empresas, como inovação, aumento da produtividade e satisfação dos colaboradores. No entanto, para que ele seja bem-sucedido, é preciso vencer algumas barreiras.

Você já deve ter ouvido a expectativa de muitos empregadores de terem funcionários trabalhando como se fossem donos da empresa, não é?

Algo como:- “Eu gostaria que meu funcionário se sentisse como se ele fosse dono da empresa”.

O que eu não ouço muito, é o outro lado da moeda. Algo como: - “Eu gostaria de ter meus funcionários como sócios da empresa” então essa questão bastante comum, não é?

Ou seja, um dos lados tem uma expectativa, mas, ao mesmo tempo não existe a atitude que permitiria a sua realização.

Pelo contrário, existe um comportamento de desconfiança e preconceito mútuo de quem comanda e de quem é comandado. Uma relação exploratória de ambas as partes, em muitos casos, é como se tivesse se estabelecido uma relação cansada de “Perde – perde”.

Mas existe uma intersecção positiva possível na valorização do intraempreendedoríssimo. Um espaço onde as iniciativas dos colaboradores podem trazer melhorias significativas e a empresa permite o espaço para realização pessoal.

Para que esse espaço exista algumas barreiras devem ser vencidas:

Barreira 1 - Desconfiança mútua

A desconfiança mútua entre empregadores e empregados é uma das principais barreiras para o intraempreendedoríssimo. Isso ocorre porque os dois lados acreditam que o outro não está interessado em seu sucesso

Assim como numa má negociação que visa somente o curto prazo, existe um jogo perde-perde de desconfiança estabelecido; fruto de ganância mútua e falta de transparência, onde empregador não confia em empregado e vice-versa.

Do lado empregador, parte vem da supervalorização de altos cargos de gestão e indivíduos em detrimento da dita mão-de-obra e dos times.

Dúvida?

a) Pense em que os cortes de pessoal são normalmente feitos considerando cabeças e seus custos, e não na relação retorno por custo da pessoa.

b) Avalie que não é nada incomuns investimentos com foco mais em diminuir o número de pessoas do que propriamente em aumentar os resultados.

c) Considere a discrepância de reconhecimento gigantesca dentro das empresas. Onde muita gente que ganha menos do que necessita para viver no mês cruzando no corredor com gente que ganha no mês mais do que necessita para viver um ano inteiro. Ou, não é assim?

Esta armadilha comportamental que as empresas caíram (ou criaram) a partir dos anos 80, depende de mudanças, mais simples para empresas menores e extremamente complexo para corporações, mas que podem ser implantados por processos de mudança cultural com aumento da transparência e maior foco nas equipes e menor nos indivíduos.

Do lado dos empregados, falsas expectativas de reconhecimento e/ou aversão ao comprometimento.

Vejamos:

a) A prevalência de comportamento condicionado de instrução – tarefa, oriundo da base cultural, as escolas e famílias criam realizadores de tarefas, com expectativas ingênuas, para o ambiente corporativo, de notas e feedback recorrentes num modelo de reconhecimento e recompensas automático, relativamente justo e estruturado, como ocorreu durante toda a fase escolar. Com o tempo os feedbacks fora do formato e da periodicidade esperados transparecem em frustação, raiva e desconexão progressiva com o ambiente de trabalho

b) Outra parte vem da ausência de autoconhecimento e ou submissão às circunstâncias, pessoas que estão numa dada atividade ou função sem clareza do que querem ou sem esperanças. Nessa condição a relação e o compromisso com o trabalho se tornam mecânicas.

A mudança aqui está nos indivíduos e, portanto, depende de que estes queiram ou estejam abertos a se autoconhecerem mais e permitirem dar vazão aos impulsos de realização. Mentorias e cursos como a Árvore da Realização ajudarão nesses casos.

Uma empresa também pode promover uma cultura de confiança e transparência por meio de iniciativas como:

• Realizar treinamentos sobre colaboração e comunicação

• Criar canais de feedback abertos e transparentes

• Promover a diversidade e a inclusão no local de trabalho

Barreira 2 - Aversão ao risco

A aversão ao risco é outra barreira comum para o intraempreendedoríssimo. Isso ocorre porque as empresas muitas vezes estão mais preocupadas com o fracasso de que com o sucesso.

Qual empreendedor te dirá que não existe empreendimento sem risco, eles são avaliados, mitigados e monitorados, mas nunca extintos.

Quando vamos para o ambiente das empresas a máxima acima permanece verdadeira, assim um ambiente que permita o intraempreendedoríssimo terá como premissa aceitar o risco, não de forma cega ou ilimitada, mas com o entendimento de sua

Ocorre que muitas empresas sob a pressão eterna por resultados trimestrais sempre maiores e controle pleno, terminam por oferecerem um ambiente inibidor de ações cujo resultado nem sempre seja positivo.

A solução para isso normalmente está em permitir de forma controlada um ambiente onde resultados aversos ao esperado sejam aceitos e em certa medida estimulados como parte do processo de aprendizagem.

Normalmente isso pode ser feito de forma segmentada seja em tempo ou recursos, de forma que se evite somente resultados catastróficos ou impossíveis de serem corrigidos.

Uma empresa também pode superar a aversão ao risco por meio de iniciativas como:

• Criar uma cultura de aprendizagem com erros

• Oferecer suporte e orientação aos colaboradores que estão embarcando em projetos inovadores

• Criar um processo de avaliação de risco claro e transparente

Barreira 3 – Ausência de espaço, tempo e recursos

A ausência de espaço, tempo e recursos é uma barreira que pode ser difícil de superar. Isso ocorre porque as empresas muitas vezes estão focadas em tarefas operacionais e não têm ou colocam tempo e recursos para dedicar às iniciativas de intraempreendedoríssimo.

Quando olhamos os orçamentos e relatórios das empresas, não é anormal que cada centavo, cada colaborador e cada m² tenha destinação planejada para os 12 meses do ano e pressões recorrentes para que eles sejam reduzidos, o que deixa o pessoal do financeiro muito feliz e os conselheiros tranquilos, mas o elefante na sala e explicar como esperar que algo novo surja em tal ambiente.

O fato comprovado por aqueles que mexem com inovação é que um grau de folga é necessário para o novo surja. Apesar das empresas avidas por controle, mas consciente, a criarem áreas ou times de inovação e algumas estratégias.

o fato é que as inovações são necessárias para a competitividade das empresas.

Portanto aqui a questão é quanto vale a inovação para uma dada empresa ou área e em qual grau ela espera alcançar isso.

Uma empresa também pode superar essa barreira por meio de iniciativas como:

• Criar um orçamento específico para atividades de intraempreendedoríssimo

• Alocar tempo dedicado para que os colaboradores possam trabalhar em projetos inovadores

• Oferecer treinamento e desenvolvimento para que os colaboradores tenham as habilidades necessárias para implementar suas ideias

Barreira 4 – Incompreensão do valor do intraempreendedoríssimo.

A incompreensão do valor do intraempreendedoríssimo é a última barreira, mas talvez a mais importante. Isso ocorre porque, se os empregadores não entenderem os benefícios, eles não estarão motivados a superar as outras barreiras.

Esta é a última e com certeza a maior barreira, a pergunta maior os benefícios de ter tal ambiente são claros?

Isso porque o intraempreendedoríssimo vive de crenças e esperanças num resultado futuro, quando só o curto prazo e o controle importam na empresa, então as chances dele são quase nulas, e eventualmente ocorrerá por um esforço individual heroico.

As principais perguntas são:

- Inovação interna e não só dos produtos e serviços fornecidos é importante?

- Espaço para que a motivação por realização das pessoas permita que elas realmente se engajem, é importante?

- Aprender com erros é valorizado?

Se a empresa não tem dúvidas sobre as respostas para as 3 perguntas serem sim, então existe um espaço claro para que o intraempreendedoríssimo seja colocado como um dos valores da empresa.

Uma empresa também pode superar essa barreira por meio de iniciativas como:

• Compartilhar histórias de sucesso de intraempreendedoríssimo

• Realizar pesquisas sobre os benefícios do intraempreendedoríssimo

• Fornecer treinamento sobre os conceitos de intraempreendedoríssimo

Conclusão:

Superar as barreiras para o intraempreendedoríssimo requer um compromisso da empresa como um todo. No entanto, os benefícios potenciais são significativos, incluindo inovação, aumento da produtividade e satisfação dos colaboradores.

Você gostaria de ser um intraempreendedor?

Quer saber mais sobre como vencer suas barreiras para isso?

Conheça o curso online "Árvore da Realização".

O intraempreendedoríssimo é uma prática que pode trazer grandes benefícios para as empresas, como inovação, aumento da produtividade e satisfação dos colaboradores. No entanto, para que ele seja bem-sucedido, é preciso vencer algumas barreiras.

Você já deve ter ouvido a expectativa de muitos empregadores de terem funcionários trabalhando como se fossem donos da empresa, não é?

Algo como:- “Eu gostaria que meu funcionário se sentisse como se ele fosse dono da empresa”.

O que eu não ouço muito, é o outro lado da moeda. Algo como: - “Eu gostaria de ter meus funcionários como sócios da empresa” então essa questão bastante comum, não é?

Ou seja, um dos lados tem uma expectativa, mas, ao mesmo tempo não existe a atitude que permitiria a sua realização.

Pelo contrário, existe um comportamento de desconfiança e preconceito mútuo de quem comanda e de quem é comandado. Uma relação exploratória de ambas as partes, em muitos casos, é como se tivesse se estabelecido uma relação cansada de “Perde – perde”.

Mas existe uma intersecção positiva possível na valorização do intraempreendedoríssimo. Um espaço onde as iniciativas dos colaboradores podem trazer melhorias significativas e a empresa permite o espaço para realização pessoal.

Para que esse espaço exista algumas barreiras devem ser vencidas:

Barreira 1 - Desconfiança mútua

A desconfiança mútua entre empregadores e empregados é uma das principais barreiras para o intraempreendedoríssimo. Isso ocorre porque os dois lados acreditam que o outro não está interessado em seu sucesso

Assim como numa má negociação que visa somente o curto prazo, existe um jogo perde-perde de desconfiança estabelecido; fruto de ganância mútua e falta de transparência, onde empregador não confia em empregado e vice-versa.

Do lado empregador, parte vem da supervalorização de altos cargos de gestão e indivíduos em detrimento da dita mão-de-obra e dos times.    

Dúvida?

a)   Pense em que os cortes de pessoal são normalmente feitos considerando cabeças e seus custos, e não na relação retorno por custo da pessoa.

b)   Avalie que não é nada incomuns investimentos com foco mais em diminuir o número de pessoas do que propriamente em aumentar os resultados.

c)    Considere a discrepância de reconhecimento gigantesca dentro das empresas. Onde muita gente que ganha menos do que necessita para viver no mês cruzando no corredor com gente que ganha no mês mais do que necessita para viver um ano inteiro. Ou, não é assim?

Esta armadilha comportamental que as empresas caíram (ou criaram) a partir dos anos 80, depende de mudanças, mais simples para empresas menores e extremamente complexo para corporações, mas que podem ser implantados por processos de mudança cultural com aumento da transparência e maior foco nas equipes e menor nos indivíduos.    

Do lado dos empregados, falsas expectativas de reconhecimento e/ou aversão ao comprometimento.

Vejamos:

a)   A prevalência de comportamento condicionado de instrução – tarefa, oriundo da base cultural, as escolas e famílias criam realizadores de tarefas, com expectativas ingênuas, para o ambiente corporativo, de notas e feedback recorrentes num modelo de reconhecimento e recompensas automático, relativamente justo e estruturado, como ocorreu durante toda a fase escolar. Com o tempo os feedbacks fora do formato e da periodicidade esperados transparecem em frustação, raiva e desconexão progressiva com o ambiente de trabalho   

b)   Outra parte vem da ausência de autoconhecimento e ou submissão às circunstâncias, pessoas que estão numa dada atividade ou função sem clareza do que querem ou sem esperanças. Nessa condição a relação e o compromisso com o trabalho se tornam mecânicas.

A mudança aqui está nos indivíduos e, portanto, depende de que estes queiram ou estejam abertos a se autoconhecerem mais e permitirem dar vazão aos impulsos de realização. Mentorias e cursos como a Árvore da Realização ajudarão nesses casos.

Uma empresa também pode promover uma cultura de confiança e transparência por meio de iniciativas como:

·         Realizar treinamentos sobre colaboração e comunicação

·         Criar canais de feedback abertos e transparentes

·         Promover a diversidade e a inclusão no local de trabalho

   

Barreira 2 - Aversão ao risco

A aversão ao risco é outra barreira comum para o intraempreendedoríssimo. Isso ocorre porque as empresas muitas vezes estão mais preocupadas com o fracasso de que com o sucesso.

Qual empreendedor te dirá que não existe empreendimento sem risco, eles são avaliados, mitigados e monitorados, mas nunca extintos.

Quando vamos para o ambiente das empresas a máxima acima permanece verdadeira, assim um ambiente que permita o intraempreendedoríssimo terá como premissa aceitar o risco, não de forma cega ou ilimitada, mas com o entendimento de sua   

Ocorre que muitas empresas sob a pressão eterna por resultados trimestrais sempre maiores e controle pleno, terminam por oferecerem um ambiente inibidor de ações cujo resultado nem sempre seja positivo.

A solução para isso normalmente está em permitir de forma controlada um ambiente onde resultados aversos ao esperado sejam aceitos e em certa medida estimulados como parte do processo de aprendizagem.

Normalmente isso pode ser feito de forma segmentada seja em tempo ou recursos, de forma que se evite somente resultados catastróficos ou impossíveis de serem corrigidos.

Uma empresa também pode superar a aversão ao risco por meio de iniciativas como:

·         Criar uma cultura de aprendizagem com erros

·         Oferecer suporte e orientação aos colaboradores que estão embarcando em projetos inovadores

·         Criar um processo de avaliação de risco claro e transparente

Barreira 3 – Ausência de espaço, tempo e recursos

A ausência de espaço, tempo e recursos é uma barreira que pode ser difícil de superar. Isso ocorre porque as empresas muitas vezes estão focadas em tarefas operacionais e não têm ou colocam tempo e recursos para dedicar às iniciativas de intraempreendedoríssimo.

Quando olhamos os orçamentos e relatórios das empresas, não é anormal que cada centavo, cada colaborador e cada m² tenha destinação planejada para os 12 meses do ano e pressões recorrentes para que eles sejam reduzidos, o que deixa o pessoal do financeiro muito feliz e os conselheiros tranquilos, mas o elefante na sala e explicar como esperar que algo novo surja em tal ambiente.

O fato comprovado por aqueles que mexem com inovação é que um grau de folga é necessário para o novo surja. Apesar das empresas avidas por controle, mas consciente, a criarem áreas ou times de inovação e algumas estratégias.

o fato é que as inovações são necessárias para a competitividade das empresas.

Portanto aqui a questão é quanto vale a inovação para uma dada empresa ou área e em qual grau ela espera alcançar isso.

Uma empresa também pode superar essa barreira por meio de iniciativas como:

·         Criar um orçamento específico para atividades de intraempreendedoríssimo

·         Alocar tempo dedicado para que os colaboradores possam trabalhar em projetos inovadores

·         Oferecer treinamento e desenvolvimento para que os colaboradores tenham as habilidades necessárias para implementar suas ideias       

Barreira 4 – Incompreensão do valor do intraempreendedoríssimo.

A incompreensão do valor do intraempreendedoríssimo é a última barreira, mas talvez a mais importante. Isso ocorre porque, se os empregadores não entenderem os benefícios, eles não estarão motivados a superar as outras barreiras.

Esta é a última e com certeza a maior barreira, a pergunta maior os benefícios de ter tal ambiente são claros?

Isso porque o intraempreendedoríssimo vive de crenças e esperanças num resultado futuro, quando só o curto prazo e o controle importam na empresa, então as chances dele são quase nulas, e eventualmente ocorrerá por um esforço individual heroico.

As principais perguntas são:

- Inovação interna e não só dos produtos e serviços fornecidos é importante?

- Espaço para que a motivação por realização das pessoas permita que elas realmente se engajem, é importante?

- Aprender com erros é valorizado?

Se a empresa não tem dúvidas sobre as respostas para as 3 perguntas serem sim, então existe um espaço claro para que o intraempreendedoríssimo seja colocado como um dos valores da empresa.

Uma empresa também pode superar essa barreira por meio de iniciativas como:

·         Compartilhar histórias de sucesso de intraempreendedoríssimo

·         Realizar pesquisas sobre os benefícios do intraempreendedoríssimo

·         Fornecer treinamento sobre os conceitos de intraempreendedoríssimo

Conclusão: O intraempreendedoríssimo é uma prática que pode trazer grandes benefícios para as empresas, como inovação, aumento da produtividade e satisfação dos colaboradores. No entanto, para que ele seja bem-sucedido, é preciso vencer algumas barreiras.

Você já deve ter ouvido a expectativa de muitos empregadores de terem funcionários trabalhando como se fossem donos da empresa, não é?

Algo como:- “Eu gostaria que meu funcionário se sentisse como se ele fosse dono da empresa”.

O que eu não ouço muito, é o outro lado da moeda. Algo como: - “Eu gostaria de ter meus funcionários como sócios da empresa” então essa questão bastante comum, não é?

Ou seja, um dos lados tem uma expectativa, mas, ao mesmo tempo não existe a atitude que permitiria a sua realização.

Pelo contrário, existe um comportamento de desconfiança e preconceito mútuo de quem comanda e de quem é comandado. Uma relação exploratória de ambas as partes, em muitos casos, é como se tivesse se estabelecido uma relação cansada de “Perde – perde”.

Mas existe uma intersecção positiva possível na valorização do intraempreendedoríssimo. Um espaço onde as iniciativas dos colaboradores podem trazer melhorias significativas e a empresa permite o espaço para realização pessoal.

Para que esse espaço exista algumas barreiras devem ser vencidas:

Barreira 1 - Desconfiança mútua

A desconfiança mútua entre empregadores e empregados é uma das principais barreiras para o intraempreendedoríssimo. Isso ocorre porque os dois lados acreditam que o outro não está interessado em seu sucesso

Assim como numa má negociação que visa somente o curto prazo, existe um jogo perde-perde de desconfiança estabelecido; fruto de ganância mútua e falta de transparência, onde empregador não confia em empregado e vice-versa.

Do lado empregador, parte vem da supervalorização de altos cargos de gestão e indivíduos em detrimento da dita mão-de-obra e dos times.    

Dúvida?

a)   Pense em que os cortes de pessoal são normalmente feitos considerando cabeças e seus custos, e não na relação retorno por custo da pessoa.

b)   Avalie que não é nada incomuns investimentos com foco mais em diminuir o número de pessoas do que propriamente em aumentar os resultados.

c)    Considere a discrepância de reconhecimento gigantesca dentro das empresas. Onde muita gente que ganha menos do que necessita para viver no mês cruzando no corredor com gente que ganha no mês mais do que necessita para viver um ano inteiro. Ou, não é assim?

Esta armadilha comportamental que as empresas caíram (ou criaram) a partir dos anos 80, depende de mudanças, mais simples para empresas menores e extremamente complexo para corporações, mas que podem ser implantados por processos de mudança cultural com aumento da transparência e maior foco nas equipes e menor nos indivíduos.    

Do lado dos empregados, falsas expectativas de reconhecimento e/ou aversão ao comprometimento.

Vejamos:

a)   A prevalência de comportamento condicionado de instrução – tarefa, oriundo da base cultural, as escolas e famílias criam realizadores de tarefas, com expectativas ingênuas, para o ambiente corporativo, de notas e feedback recorrentes num modelo de reconhecimento e recompensas automático, relativamente justo e estruturado, como ocorreu durante toda a fase escolar. Com o tempo os feedbacks fora do formato e da periodicidade esperados transparecem em frustação, raiva e desconexão progressiva com o ambiente de trabalho   

b)   Outra parte vem da ausência de autoconhecimento e ou submissão às circunstâncias, pessoas que estão numa dada atividade ou função sem clareza do que querem ou sem esperanças. Nessa condição a relação e o compromisso com o trabalho se tornam mecânicas.

A mudança aqui está nos indivíduos e, portanto, depende de que estes queiram ou estejam abertos a se autoconhecerem mais e permitirem dar vazão aos impulsos de realização. Mentorias e cursos como a Árvore da Realização ajudarão nesses casos.

Uma empresa também pode promover uma cultura de confiança e transparência por meio de iniciativas como:

·         Realizar treinamentos sobre colaboração e comunicação

·         Criar canais de feedback abertos e transparentes

·         Promover a diversidade e a inclusão no local de trabalho

   

Barreira 2 - Aversão ao risco

A aversão ao risco é outra barreira comum para o intraempreendedoríssimo. Isso ocorre porque as empresas muitas vezes estão mais preocupadas com o fracasso de que com o sucesso.

Qual empreendedor te dirá que não existe empreendimento sem risco, eles são avaliados, mitigados e monitorados, mas nunca extintos.

Quando vamos para o ambiente das empresas a máxima acima permanece verdadeira, assim um ambiente que permita o intraempreendedoríssimo terá como premissa aceitar o risco, não de forma cega ou ilimitada, mas com o entendimento de sua   

Ocorre que muitas empresas sob a pressão eterna por resultados trimestrais sempre maiores e controle pleno, terminam por oferecerem um ambiente inibidor de ações cujo resultado nem sempre seja positivo.

A solução para isso normalmente está em permitir de forma controlada um ambiente onde resultados aversos ao esperado sejam aceitos e em certa medida estimulados como parte do processo de aprendizagem.

Normalmente isso pode ser feito de forma segmentada seja em tempo ou recursos, de forma que se evite somente resultados catastróficos ou impossíveis de serem corrigidos.

Uma empresa também pode superar a aversão ao risco por meio de iniciativas como:

·         Criar uma cultura de aprendizagem com erros

·         Oferecer suporte e orientação aos colaboradores que estão embarcando em projetos inovadores

·         Criar um processo de avaliação de risco claro e transparente

Barreira 3 – Ausência de espaço, tempo e recursos

A ausência de espaço, tempo e recursos é uma barreira que pode ser difícil de superar. Isso ocorre porque as empresas muitas vezes estão focadas em tarefas operacionais e não têm ou colocam tempo e recursos para dedicar às iniciativas de intraempreendedoríssimo.

Quando olhamos os orçamentos e relatórios das empresas, não é anormal que cada centavo, cada colaborador e cada m² tenha destinação planejada para os 12 meses do ano e pressões recorrentes para que eles sejam reduzidos, o que deixa o pessoal do financeiro muito feliz e os conselheiros tranquilos, mas o elefante na sala e explicar como esperar que algo novo surja em tal ambiente.

O fato comprovado por aqueles que mexem com inovação é que um grau de folga é necessário para o novo surja. Apesar das empresas avidas por controle, mas consciente, a criarem áreas ou times de inovação e algumas estratégias.

o fato é que as inovações são necessárias para a competitividade das empresas.

Portanto aqui a questão é quanto vale a inovação para uma dada empresa ou área e em qual grau ela espera alcançar isso.

Uma empresa também pode superar essa barreira por meio de iniciativas como:

·         Criar um orçamento específico para atividades de intraempreendedoríssimo

·         Alocar tempo dedicado para que os colaboradores possam trabalhar em projetos inovadores

·         Oferecer treinamento e desenvolvimento para que os colaboradores tenham as habilidades necessárias para implementar suas ideias       

Barreira 4 – Incompreensão do valor do intraempreendedoríssimo.

A incompreensão do valor do intraempreendedoríssimo é a última barreira, mas talvez a mais importante. Isso ocorre porque, se os empregadores não entenderem os benefícios, eles não estarão motivados a superar as outras barreiras.

Esta é a última e com certeza a maior barreira, a pergunta maior os benefícios de ter tal ambiente são claros?

Isso porque o intraempreendedoríssimo vive de crenças e esperanças num resultado futuro, quando só o curto prazo e o controle importam na empresa, então as chances dele são quase nulas, e eventualmente ocorrerá por um esforço individual heroico.

As principais perguntas são:

- Inovação interna e não só dos produtos e serviços fornecidos é importante?

- Espaço para que a motivação por realização das pessoas permita que elas realmente se engajem, é importante?

- Aprender com erros é valorizado?

Se a empresa não tem dúvidas sobre as respostas para as 3 perguntas serem sim, então existe um espaço claro para que o intraempreendedoríssimo seja colocado como um dos valores da empresa.

Uma empresa também pode superar essa barreira por meio de iniciativas como:

·         Compartilhar histórias de sucesso de intraempreendedoríssimo

·         Realizar pesquisas sobre os benefícios do intraempreendedoríssimo

·         Fornecer treinamento sobre os conceitos de intraempreendedoríssimo

Conclusão:

Superar as barreiras para o intraempreendedoríssimo requer um compromisso da empresa como um todo. No entanto, os benefícios potenciais são significativos, incluindo inovação, aumento da produtividade e engajamento.

Você gostaria de ser um intraempreendedor?

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